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	<title>Comentários sobre Café amargo.</title>
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	<description>Qualquer coisa, sem açúcar.</description>
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		<title>Comentário sobre Impressões de quase um mês por L L</title>
		<link>http://odairu.wordpress.com/2011/01/29/impressoes-de-quase-um-mes/#comment-192</link>
		<dc:creator><![CDATA[L L]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 18 Oct 2011 15:43:15 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Olá, me desculpa a sinceridade, mas nos conhecemos?

Não vejo como posso te ajudar. Se tem a opção de morar com seu irmão, sugiro que o faça, senão o site http://www.easyquarto.com.br tem muitas opções de lugar para ficar.]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Olá, me desculpa a sinceridade, mas nos conhecemos?</p>
<p>Não vejo como posso te ajudar. Se tem a opção de morar com seu irmão, sugiro que o faça, senão o site <a href="http://www.easyquarto.com.br" rel="nofollow">http://www.easyquarto.com.br</a> tem muitas opções de lugar para ficar.</p>
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		<title>Comentário sobre Impressões de quase um mês por Breno</title>
		<link>http://odairu.wordpress.com/2011/01/29/impressoes-de-quase-um-mes/#comment-191</link>
		<dc:creator><![CDATA[Breno]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 18 Oct 2011 13:31:48 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Lucas, sou ator aqui em BH e fui convidado para ser agenciado por uma agência de modelos em São Paulo para passarela. Meu irmão mora aí com sua esposa e filha desde os seus 17 anos (de 34) mas não quero morar
com ele.

Se eu resolver trancar minha universidade aqui, pode me ajudar em alguma coisa?]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Lucas, sou ator aqui em BH e fui convidado para ser agenciado por uma agência de modelos em São Paulo para passarela. Meu irmão mora aí com sua esposa e filha desde os seus 17 anos (de 34) mas não quero morar<br />
com ele.</p>
<p>Se eu resolver trancar minha universidade aqui, pode me ajudar em alguma coisa?</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Comentário sobre O bullying é o que fazemos dele por L L</title>
		<link>http://odairu.wordpress.com/2011/07/19/o-bullying-e-o-que-fazemos-dele/#comment-190</link>
		<dc:creator><![CDATA[L L]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 19 Jul 2011 18:55:19 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[não discordo. o ponto é que quando essa prática começa entre os mais jovens não fica difícil de imaginar que tipo de adultos serão formados.]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>não discordo. o ponto é que quando essa prática começa entre os mais jovens não fica difícil de imaginar que tipo de adultos serão formados.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
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		<title>Comentário sobre O bullying é o que fazemos dele por Jemand Liebt</title>
		<link>http://odairu.wordpress.com/2011/07/19/o-bullying-e-o-que-fazemos-dele/#comment-189</link>
		<dc:creator><![CDATA[Jemand Liebt]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 19 Jul 2011 18:51:48 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Até pouco tempo o bullying era simplesmente um rito de socialização, que passava despercebido. Sempre foi algo comum ofender e humilhar o baixinho, o de óculos, o gordinho, o afeminado, o pobre e segue a lista. Estranho como não se dava atenção a isso era no máximo uma brincadeira de mal gosto. O Zeitgeist (o termo não o filme) &quot;espirito do tempo&quot; está mudando, isso é bom, hoje já se reconhece os danos causados por esse tipo de prática. Nos próximos anos serão cada vez maiores os movimentos pelo bem estar social e por uma &quot;nova consciência&quot;. O preconceito é nada mais do que o medo da diferença, a agressão sempre parte do mais fraco. Espero que meus filhos não tenham que passar por esse tipo de constrangimento, pela dor aprende-sem mas não sem marcas. 

Parabéns ótimo post.]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Até pouco tempo o bullying era simplesmente um rito de socialização, que passava despercebido. Sempre foi algo comum ofender e humilhar o baixinho, o de óculos, o gordinho, o afeminado, o pobre e segue a lista. Estranho como não se dava atenção a isso era no máximo uma brincadeira de mal gosto. O Zeitgeist (o termo não o filme) &#8220;espirito do tempo&#8221; está mudando, isso é bom, hoje já se reconhece os danos causados por esse tipo de prática. Nos próximos anos serão cada vez maiores os movimentos pelo bem estar social e por uma &#8220;nova consciência&#8221;. O preconceito é nada mais do que o medo da diferença, a agressão sempre parte do mais fraco. Espero que meus filhos não tenham que passar por esse tipo de constrangimento, pela dor aprende-sem mas não sem marcas. </p>
<p>Parabéns ótimo post.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Comentário sobre O bullying é o que fazemos dele por felipejb</title>
		<link>http://odairu.wordpress.com/2011/07/19/o-bullying-e-o-que-fazemos-dele/#comment-188</link>
		<dc:creator><![CDATA[felipejb]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 19 Jul 2011 18:34:09 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[cara, o bullying existe desde sempre. é só observar como ele é retratado nos filmes adolescentes desde o final dos anos 1970.

o problema não é o bullying durante a infância/adolescência. é manter essa mesma postura intolerante conforme vai chegando à idade adulta.]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>cara, o bullying existe desde sempre. é só observar como ele é retratado nos filmes adolescentes desde o final dos anos 1970.</p>
<p>o problema não é o bullying durante a infância/adolescência. é manter essa mesma postura intolerante conforme vai chegando à idade adulta.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Comentário sobre Pensamos, enfim, existimos? por L L</title>
		<link>http://odairu.wordpress.com/2011/03/28/pensamos-enfim-existimos/#comment-186</link>
		<dc:creator><![CDATA[L L]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 31 Mar 2011 18:08:39 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://odairu.wordpress.com/?p=380#comment-186</guid>
		<description><![CDATA[Ei, Thá!

Concordo com o que disse, é necessária uma democratização do conhecimento. A Isis foi apenas infeliz no seu comentário, podendo ter aprendido mais calada ou fazendo uma pergunta mais inteligente (preferiu filosofar e aí...). O problema maior foi o Jô mesmo, que paga de intelectual mas emite informações erradas ou sem valor enquanto não deixa seu convidado fazer as análises necessárias e devidamente cabíveis. 

Sempre gostei de conversar sobre as RIs com amigos e familiares, mostrar outros pontos de vista, explicar que nem tudo é como a mídia supõe ou mostra. E normalmente a prosa é boa, apesar de encontrar um ou outro que prefere se limitar a visões demasiadamente fechadas e críticas vazias. Bem, o mundo é assim, né?

Beijos!]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Ei, Thá!</p>
<p>Concordo com o que disse, é necessária uma democratização do conhecimento. A Isis foi apenas infeliz no seu comentário, podendo ter aprendido mais calada ou fazendo uma pergunta mais inteligente (preferiu filosofar e aí&#8230;). O problema maior foi o Jô mesmo, que paga de intelectual mas emite informações erradas ou sem valor enquanto não deixa seu convidado fazer as análises necessárias e devidamente cabíveis. </p>
<p>Sempre gostei de conversar sobre as RIs com amigos e familiares, mostrar outros pontos de vista, explicar que nem tudo é como a mídia supõe ou mostra. E normalmente a prosa é boa, apesar de encontrar um ou outro que prefere se limitar a visões demasiadamente fechadas e críticas vazias. Bem, o mundo é assim, né?</p>
<p>Beijos!</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Comentário sobre Pensamos, enfim, existimos? por Thalyta</title>
		<link>http://odairu.wordpress.com/2011/03/28/pensamos-enfim-existimos/#comment-185</link>
		<dc:creator><![CDATA[Thalyta]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 31 Mar 2011 05:31:28 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Ei! To aqui sem sono lendo seu blog. É bom de ler (eu pulo os posts de futebol. sorry!) e tenho algo pra falar.
Lembro quando pequena lá no norte, o Jô era um modelo de inteligência, um poço de sabedoria pra mim...#hunf.
Primeiro, gostei muito do &quot;...vamos deixar de lado a ingenuidade leviana dos leigos e nos recolher à nossa mediocridade...&quot;.  É pra vida isso, ne? Eu carrego p minha e a Isis perdeu a chance de mostrar a mineira que ali existe  (pensando na máxima &quot;come quieto&quot;, descrita por você abaixo). rs
Entendo sua decepção com o Jô e compartilho do seu apelo quanto à &quot;democratização&quot; do conhecimento das RIs. Mas acredito que isso também significa responder perguntas triviais, simples, leigas, muitas vezes ignorantes (no sentido de desprovidas de qualquer fundamentação), como as colocações da moça mineira, no intuito de, antes de qualquer julgamento, fazer com esse ser deixe a condição de leigo (leviano) ou, pelo menos, se sinta instigado a deixar. É difícil isso. Fugir da trivialidade, do senso comum,  mesmo pra explicar uma coisa complexa, como bem sabemos (acho que nem sei o quanto). Veja se concorda com minha analogia: É como tentar explicar/mostrar a cultura (hábitos, comportamentos, regras sociais...) de um povo, de um país (do seu mesmo) numa conversa com um colega estrangeiro ou não,  sem usar clichês e/ou algo simbólico que remeta à estereótipos. Na verdade, acho que é a forma de simplificar toda a complexidade das coisas e passar a informação adiante. 
Gênios aqueles que tiverem uma sábia estratégia de  fazer o conhecimento perpetuar entre os leigos (como alguns de nossos queridos professores). Bem como o serão aqueles que decidirem por educar o povo. haha

Um beijo delícia! Poste mais!
Tha]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Ei! To aqui sem sono lendo seu blog. É bom de ler (eu pulo os posts de futebol. sorry!) e tenho algo pra falar.<br />
Lembro quando pequena lá no norte, o Jô era um modelo de inteligência, um poço de sabedoria pra mim&#8230;#hunf.<br />
Primeiro, gostei muito do &#8220;&#8230;vamos deixar de lado a ingenuidade leviana dos leigos e nos recolher à nossa mediocridade&#8230;&#8221;.  É pra vida isso, ne? Eu carrego p minha e a Isis perdeu a chance de mostrar a mineira que ali existe  (pensando na máxima &#8220;come quieto&#8221;, descrita por você abaixo). rs<br />
Entendo sua decepção com o Jô e compartilho do seu apelo quanto à &#8220;democratização&#8221; do conhecimento das RIs. Mas acredito que isso também significa responder perguntas triviais, simples, leigas, muitas vezes ignorantes (no sentido de desprovidas de qualquer fundamentação), como as colocações da moça mineira, no intuito de, antes de qualquer julgamento, fazer com esse ser deixe a condição de leigo (leviano) ou, pelo menos, se sinta instigado a deixar. É difícil isso. Fugir da trivialidade, do senso comum,  mesmo pra explicar uma coisa complexa, como bem sabemos (acho que nem sei o quanto). Veja se concorda com minha analogia: É como tentar explicar/mostrar a cultura (hábitos, comportamentos, regras sociais&#8230;) de um povo, de um país (do seu mesmo) numa conversa com um colega estrangeiro ou não,  sem usar clichês e/ou algo simbólico que remeta à estereótipos. Na verdade, acho que é a forma de simplificar toda a complexidade das coisas e passar a informação adiante.<br />
Gênios aqueles que tiverem uma sábia estratégia de  fazer o conhecimento perpetuar entre os leigos (como alguns de nossos queridos professores). Bem como o serão aqueles que decidirem por educar o povo. haha</p>
<p>Um beijo delícia! Poste mais!<br />
Tha</p>
]]></content:encoded>
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